sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

SEGUNDO DIA

SEGUNDO DIA
O dia, mais uma vez, começou cedo. Acordamos às 6 da matina. Acordamos nada, eu acordei e o Brown queria me enrolar para sairmos mais tarde. Mas consegui tirar a bela adormecida da cama. Tomei banho e comecei fazendo merda. Não sabia que não podia mexer no negócio que protege o chuveiro, daí, quando mexi, molhei o banheiro inteiro!!! O pior nem foi isso, mas sim que cometi o pecdo mortal de um lugar com frio: molhei minha roupa toda. Pedi pro Brown consertar a cagada que fiz com o secador de cabelo enquanto eu arrumava as coisas. Resultado: arrumei tudo, fiquei mofando um tempão e nada do Brown aparecer. Depois de 40 minutos ele aparece sem ter melhorado porcaria nenhuma. Tomamos café da manhã no albergue, que,, inclusive, era muito bem localizado. O café tinha um monte de patês. Acabei comendo pão com manteiga e leite – bem brasileiro. Saimos do albergue e fizemos uma caminhada de sete quadras até a rodoviária. Aproveitamos a caminhada, embora fizesse muito frio – algo em torno de 4 graus (e eu de bermuda!). Eu e Brown – o burro na frente – pegamos o ônibus e a paisagem era muito agradável. A egetação aqui tem um tom amarelado que é bem diferente do nosso. No camnho muitos cordeiros. Passamos por um rebanho de cordeiros com uns caras (esqueci o nome) em cavalos guiando o rebanho. O mais impressionante eram os cães pastores, ficavam guiando certinho os cordeiros. Chegamos a puerto natales. Aqui arrumei confusão com um argentino. Estavamos saindo do iubus, quando ele me pediu “escuza” e eu olhei pra trás e disse “no”, pois estava puto com ele, já que ouvia música alta a viagem toda. Ele resmungou “macaquito” e eu prontamente respondi: “macaquito que tu madre gosta muchooooooo” (no “muchoooooo” insinuei com a mão privilégios anatômicos da raça negra hehehehe) ele me xingou de “ijo de La putana” e veio pra cima. Me preparei, incorporei a capoeira e o brazilian jiu jitsu, mas seguraram ele. Brown ficou todo procupado e falei pra ele relaxar. Quando vi que a fera estava presa comecer a imitar um frango e falar “venha aça su pollo”, “pollo”, “pollo” hehehehe. Resultado: Brasiil 1 x 0 Argentina. Após o incidente chegamos no albergue tmb é mto bom e tem até ESPN J
Na verdade tinha escrito a parte da ESPN antes de tntar sair para almoçar. Com a não vinda do Zé nos trocaram de quarto e este sequer tem TV. Tiramos o dia pra conhecer a cidade. Cidade pacata, cmo punta arenas. Pessoas de interior, que falam “hola” com você quando passa por elas. No almoço comemos no ~carlitos” um ótimo cordeiro (que não era feita na unha rsrs). AOo fim o garçon oferecu uma dose de um aperitivo chamado pisco sauer, que é como nossa caipirinha, porém com lima da persa (quando ele explicou o que era não entendemos nada. Bebemos tudo, mas dpois descobrimos que e feito a base de aguardente, lima e OVO CRUUUU!!!! Ahhhhhhh). Resolvemos ir ver o pacífico mais uma vez. Brown, nosso navgador prontamente sentenciou: vamos pra lá, pois, com certeza, é nessa direção, já que os Andes estão do outro lado (apontando para algumas montanhas). Começamos a andar, mas eu, com uma pulga atrás da orelha, resolvi perguntar para uma senhora que passa a na rua. Fazendo uso de todo meu espanhol fluente ela nos informou: “ES para lo outro lado”. Chegamos ao cais e resolvemos colocar a mão na água. Água gelada!!!! Gastamos meia hora tentando secar a mão pra aquecer novamente. Em seguida, compamos souveniers e tomamos um chocolate quente. Há, já ia me esquecendo, compramos vinhos.
Saimos para jantar no melhor restaurante da cidade: Angelica´s. Lá pedimos um prato muito saboroso de salmão e salada no vapor. O grande segredo era o molho do salmão, o melhor que já comi (muito melhor do que o de Santiago). O vinho era excelente e a sobremesa, um flan caseiro de baunilha. O ponto máximo da noite foi o Brown pedindo a conta. Ele vira para o garçon, tirando onda de entendedor de espanhol, e disse “traga La concha”. O garçon ficou olhando esquisito e fala “La cuenta?”. Eu já morrendo de rir, chamei o garçon e pedi pra ele explicar pro menino que “concha” era aquele treco do mar. O garçon disse que “concha”, na verdade era um insulto que, em bom português, é “buceta”. Em outras palavras, imagine você num restaurante como o oriundi em vitória, vira para o garçon do outro lado do restaurante e grita “traz a buceta!”. Pois foi isso que o Brown fez. Os garços riram muito, nós então...Viemos para o albergue e dormimos.
Resolvemos, ainda, fazer m ranking dos vinhos que bebemos e dos restaurantes na viagem. A ordem, por hora, é a seuinte:
VINHOS
1 – Tarapaca (gran reserva) – El galeon
2 – 1865 - Angelicas
3 – Marques Del cocha – carlitos
4 – casillero Del diablo – beagle

RESTAURANTES
1 – Angelicas
2 – El Galeon
3 – Carlitos
4 - Beagle

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