quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
DÉCIMO TRCEIRO DIA
Último dia em Ushuaia. O tradicional café da manhã foi feito, com o delicioso alfajor da tia do albergue. Arrumamos as malas, entregamos o carro que alugamos e seguimos para o centro para encontrar Javy e Rocio, que nos deram abrigo no albergue deles no meio tempo entre o check out de nosso albergue até o check in do avião. Saimos para comer uma parrilada libre de cordeiro. Brown se acabou, encheu o cú de carne (com trocadilho, por favor). Ele e Rocio beberam vinho e Javy Quilmes, enquanto eu fiquei na coca-cola. Lá pelas tantas da garrafa de vinho, Brown começou a dar uma de “hablador” de portunhol. Estava ridículo! Ele falava tudo em português, mas com um sotaque patético de espanhol. Mais ou menos como “eu estou indo de caminhãooon”. (rsrsrsrs). Talvez não dê para transmitir essa cena com palavras, mas imagine você falando português, mas com entonação de espanhol. Pois é isto o que Brown fez. Saimos do restaurante e fomos ao albergue de Rocio e Javy. Lá vimos os vídeos de nossas viagens. Fiquei encantado com a Guatemala, um país encantador. Em seguida, pegamos um táxi com destino ao aeroporto. Mais uma vez os argentinos demonstraram não saber conta. O táxi deu 15 pesos. Brown deu 7 pesos e eu 20. O taxista me devolveu o dinheiro do Brown – 7 pesos – e mais um troco de 7 pesos. Mais um pouco eu ganho pra andar de táxi em Ushuaia! Na sala de embarque confirmou-se todas as teses já levantadas neste blog: a argentina é uma bagunça. Imagine um aeroporto sem aquelas televisões que informam os vôos e a hora de embarque: assim é o aeroporto de Ushuaia! O mais ridículo é que temos que pagar novamente uma taxa de embarque, em virtude de se tratar de um aeroporto privado. Não faz sentido! Contudo, a parte mais radical de toda a viagem chegou. Sem dúvida a coisa mais irresponsável que fizemos nessa viagem, até o momento, foi voar com as aerolineas argentinas. Simplesmente nos sentimos num avião da Transbrasil da década de 90. Tiuo muito velho. Quando conseguimos sair do chão, um comentário oportuno: “não é que voa!” (rsrs). Chegamos a salvo em Buenos Aires. Na chegada, de táxi, fomos para nossos respectivos albergues. Encontrei com Lolo, que, naturalmente, estava dormindo. Trocamos presentes, colocamos a conversa em dia e dormimos.
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