Neste dia tínhamos programado fazer dois passeios de barco, um pela manhça e o outro à tarde. O da manhã exigia nossa presença no porto às 9 da manhã. Para nós era moleza, já que estávamos acordando a viagem inteira às 7 da manhã. Eis que justamente neste dia perdemos a hora. Acordamos e já era 9 da manhã. Resultado: passeio perdido. Fomos tomar café e mais uma vez a esposa do dono do albergue demonstrou como uma mulher deve agir ao fazer o leite e lavar a louça :P Lá ela disse que pela noite nevou nas montanhas e que seria interessante irmos ao glaciar martial, já que pdriamos pegar neve lá em cima. Pegamos o carro e subimos. No percurso deu pra ver o quão o Brown é barbeiro. Eu sou perdido e ele barbeiro. Ele subia no acostamento – que era de cascalho – toda hora. Daí tivemos o seguinte diálogo:
Muniz: Bixo, dá pra você parar de subir no acostamento?
Brown: Porra, o que você quer que eu faça?
M: Pare de subir no acostamento.
B: É impossível! Não tem como!
M: É só você fazer como o carro da frente ;)
Depois de passar muito no acostamento, chegamos na subida do glaciar. Era um teleférico. Chegamos lá em cima sem problema e tocamos na neve pela primeira vez. É claro que foi um jogando neve no outro. A caminhada de subida foi toda assim, de cinco em cinco minutos um jogava neve no outro: duas crianças. A caminhada era duríssima, pior do que andar no gelo. Muita gente pedindo arrego. Cehamos no topo e fizemos uma guerrinha de neve. Depois o tradicional anjo na neve e o boneco de neve. Na volta encontrei uma garota sentada e parecia ter problemas, perguntei se ela queria ajudar e ela disse que tinha asma e perguntou se eu estava descendo. Disse que sim e a acompanhei. Era uma loira americana, estilo Barbie (rsrs). Fomos conversando, mas ela falava rápido demais e eu não entedia nada. Apenas concordava com a cabeça e ria. Chegamos embaixo e esperei o Brown que ficara tirando fotos e ficou pra trás. Pegamos o teleférico. Esse foi um momento crítico, já que estávamos molhados (sim, quando a neve derrete ela vira água e a água é molhada, hehehehehehehhee), ventava muito e ainda nevava. Foram quinze minutos de sofrimento profundo. Talvez a hora de maior frio na viagem. Tanto é que na descida do teleférico, com os pés dormentes, pulamos do banco e quase caímos no chão com a dor no pé. Nos dirigimos ao carro e quando fomos ligar pra termos calefação uma surpresa: o barbeiro do Brown esqueceu a lanterna ligada e a bateria arriou. O babaca sai do carro e começa a empurrar enquanto Brown vira a chave e o carro pega. Seguimos correndo para o albergue, a fim de trocar as ropas molhadas por roupas secas e, em seguida, nos dirigirmos ao porto para pegar um barco – do passeio da tarde. Compramos um passeio para ver lobos marinhos e pingüins. Depois disso, compramos lanches delivery para comr no barco, á que não dava tempo para almoçar fora. Ao chegar no barco eu pedi ao cara do restaurante ketchup para comer com o sandwich que havia comprado fora do barco. Ele põe três saches em cima de um pires e não é que o filha da puta me diz “dois pesos”. Devolvi o pires rindo e disse que ele estava louco. Onde já se viu cobrar por três saches de ketchup num pires???? Coisas da argentina. Quase perguntei onde ficavam as ilhas falkland hehehehe. O passeio foi maravilhoso. Os lobos marinhos são muito fedorentos e impressionantemente grandes. Mais uma vez fiquei feliz de decidir desistir do mergulho com esses bichos enormes. Os pinguis são seres adoráveis. São tão engraçadinhos que me fizeram lembrar de nosso mascote, o Guki. Depois do barco fomos jantar e depois casa para uma boa noite de sono.
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