terça-feira, 23 de dezembro de 2008

SEXTO DIA

O Brown acordou ainda pior com relação à saúde. Mesmo assim fomos, após o caf[é, pegamos o tranfes para conhecer o paruqe nacional dos glaciares, onde se localiza o famoso clagial perito moreno. No albergue foi eu, Brown – o burro na frente – e um orientsl. Dentro do ônibus o guia, que não sabia inglês, queria que o oriental, coitado, entendesse, em espanhol, que ele deveria pagar 40 pesos pela entrada do parque. Eu traduzi para o inglês, a fim de que o orintal entendesse. Foi ai que começou uma bela amizade. Começamos a conversar e descobri que seu nome era Guki e que era engenheiro no Japão. Desde esse moento o japa não desgarrava mais de mim. Acho que ele sentia que eu fose o porto seguro dele. Coitado! Hehehe Seguimos para o parque nacional, o casal de galo e nosso tamagochi, onde pegamos um barco gigantesco. Para vocês terem idéia, o barco contava com dois motores de 1500 cavalos de potência! Era muito bonito e rápido. No barco encontramos um assento e nos dirigimos para a parte superior, que possuía um local para observar a paisagem. Esse foi, sem dúvida, o dia mais bonito da viagem. Este parque nacional é infinatamente mais bonito que o chileno – e olha que o chileno já era bem bonito. Vimos icebergs a valer. O tempo inteiro se via gelo. Todo esse gelo se soltava dos tr~es glaciares dentro do parque– upsala, um nome em italiano que não me lembro e o perito moreno . Eles têm um tom azulado em virtude da luz solar associada ao grau de junção das partículas de água. Tiramso muitas fotos e gastamos muito conversando com o Guki.Nosso mascote (rsrs) é muito engraçado, só vendo pra entender. Ele tinha uma ãmera gigante, como um bom japonês, e tirava foto de cada detalhe (a partir de amanhã é bem possível que estas fotos estejam no Orkut do Brown). Voltando aos glaciares, a coisa mais interessante é ver quande se rompe um pedaço de gelo do bloco. Primeiro há um barulho como se um raio fosse. Em seguida o gelo se despedaça e cai na água, resultando num espet´´aculo maravilhoso . Fiz uma filçamgem que registra perfeitamente o que acontece e prometo postar no youtube assim que possível. No passeio çlanchamos um sandwich que compramos no albergue. Trata-se de um sandwich que tem de tudo: desde beterraba até cenouro. Ele deu uma sustância para a viagem e atendeu bem á demanda. O grande barato dessa viagem foi, realmente, os glaciares. Tirando isso não acontreceu nada de mais. Retornamos e eu fui para um bar, junto com Guki, ver a final do campeonato argentino, entre Boca Juniors e Tigres. No intervalo, com o jogo 0x0, fui resolver meus problemas de dinheiro e descobri que meu cartão só autoriza um saque diário de 1/5 do valor que eu precisava para Agar o albergue. Liguei pra Vit´ória, falei com Lolo (saudade! X) ) e com meu pai e consegui resolver o problema. Ufa! Ah! Já ia me esquecendo, o boca foi campeão. O jogo terminou 1 a 0 para o tigres, mas o boca gozava de vantagem no confronto. Buzinasso na rua, como no Chile. Eu e GUki ficamos tomando cerveja de diferentes nacionalidades até umas 11 horas, quando retornamos para eu dormir, já que tenho outro passio pela manhã.

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