sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
OITAVO DIA
Em Ushuaia as coisas aparentemente melhoraram. Logo quando chegamos no aeroporto havia uma placa com meu nome para o transfer gratuito para o albergue. Contudo, após uma significativa demora para o motorista chegar, descobrimos que o albergue fica longe pra caramba, coisa de 40 minutos de caminhada até o centro, onde está a civilização (rsrs). Para se ter idéia, imagine Vitória há 50 anos atrás, quando todos viviam no centro. Pois é, nós estamos em Jardim Camburi. A rua sequer é pavimentada. Todavia, o alberguer é o mais confrtável de todos e o tiozinho da recepção é um doce de pessoa. Conversamos um tempo com ele e fomos para o quarto. Quando voltamos para irmos ao centro, nos deparamos com ele no site da prefeitura municipal de guarapari (rsrs). Queria saber mais sobre nossa cidade. Caminhamos os 40 minutos e nos dirigimos ao centro de informação turística. Muito bem estruturado, com todas as informações em folders, inclusive em português. De posse das informações necessárias, fomos almoçar. Novo problema com ceias de natal e só conseguimos um sandwich de novo. Mas este estava bem gostoso e a cerveja artesanal (Beagle) era uma delícia. Voltamos para o albergue, descansamos, falei com meu pai, mãe, syd, vó, vô e lolo. À noite voltamos à cidade para jantar. Mas antes entreamos no cassino apenas para cohecer. Dois pesos para entra. Tudo muito colorido e brilhante lá dentro. Contudo, achei meio deprimente as pessoas rasgando dinheiro. Fiquei um tempo vendo a roleta. Dava uma tristeza quando a bolinha parava e o croupier recolhia todas aquelas fichas. Eu e Brown, o burro na frente, resolvemos jogar nas máquinas caça-niqueis, que eram as mais baratas (o lance mínimo nos outros jogos era 10 dólares). Compramos um peso em fichas. Ficamos vendo uma mulher jogando. Compulsiva! Perdia direto. Daí ela levantou puta e disse: “não aconselho vocês jogarem nesta”. Ignoramos o alerta e botamos uma ficha. Brown puxou a alavanca e....GANHAMOS!!! 10 moedas. Ganhamos um monte seguidas. Daí resolvemos ir embora. Fomos trocas no caixa as moedas e recebemos dois pesos, mas eles não devolviam fração de peso. Com isso teivemos que queimar as 6 moedas excedentes. A máquina não deixava a gente ir embora. Toda hora ela nos dava alguns cráditos. Ganhamos tanto que resolvemos sair do mesmo jeito. Nos rendeu outros dois pesos, pou seja, conseguimos pagar a entrada no cassino só na máquina caça-niquél. Mais uma semana em ushuaia teríamos quebrado o cassino, certeza! Saimos do cassino e novamente tivemos problema para comer. Mais alguns minutos caminhando pela rua atrás de um lugar que não cobrasse o olho da cara por uma ceia natalina. Paramos no mesmo lugar do almoço. Comi uma salada césar com frango grelhado (quem diria!!!) que estava muito gostosa e não resisti ao delicioso chopp beagle. Regressamos para casa onde dormimos.
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Oi Thiago,
ResponderExcluirNa terça enviei um comentário, mas não foi publicado. Problemas da tecnologia!
No comentário anterior, eu dizia que a vadiagem deve estar boa, né? Em breve estarei no Chile, em um roteiro parecido. Mas, menos radical!Por isso vou continuar acompanhando para ter suas dicas.
Boas Festas!
Tio Haroldo