quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

DÉCIMO TRCEIRO DIA

Último dia em Ushuaia. O tradicional café da manhã foi feito, com o delicioso alfajor da tia do albergue. Arrumamos as malas, entregamos o carro que alugamos e seguimos para o centro para encontrar Javy e Rocio, que nos deram abrigo no albergue deles no meio tempo entre o check out de nosso albergue até o check in do avião. Saimos para comer uma parrilada libre de cordeiro. Brown se acabou, encheu o cú de carne (com trocadilho, por favor). Ele e Rocio beberam vinho e Javy Quilmes, enquanto eu fiquei na coca-cola. Lá pelas tantas da garrafa de vinho, Brown começou a dar uma de “hablador” de portunhol. Estava ridículo! Ele falava tudo em português, mas com um sotaque patético de espanhol. Mais ou menos como “eu estou indo de caminhãooon”. (rsrsrsrs). Talvez não dê para transmitir essa cena com palavras, mas imagine você falando português, mas com entonação de espanhol. Pois é isto o que Brown fez. Saimos do restaurante e fomos ao albergue de Rocio e Javy. Lá vimos os vídeos de nossas viagens. Fiquei encantado com a Guatemala, um país encantador. Em seguida, pegamos um táxi com destino ao aeroporto. Mais uma vez os argentinos demonstraram não saber conta. O táxi deu 15 pesos. Brown deu 7 pesos e eu 20. O taxista me devolveu o dinheiro do Brown – 7 pesos – e mais um troco de 7 pesos. Mais um pouco eu ganho pra andar de táxi em Ushuaia! Na sala de embarque confirmou-se todas as teses já levantadas neste blog: a argentina é uma bagunça. Imagine um aeroporto sem aquelas televisões que informam os vôos e a hora de embarque: assim é o aeroporto de Ushuaia! O mais ridículo é que temos que pagar novamente uma taxa de embarque, em virtude de se tratar de um aeroporto privado. Não faz sentido! Contudo, a parte mais radical de toda a viagem chegou. Sem dúvida a coisa mais irresponsável que fizemos nessa viagem, até o momento, foi voar com as aerolineas argentinas. Simplesmente nos sentimos num avião da Transbrasil da década de 90. Tiuo muito velho. Quando conseguimos sair do chão, um comentário oportuno: “não é que voa!” (rsrs). Chegamos a salvo em Buenos Aires. Na chegada, de táxi, fomos para nossos respectivos albergues. Encontrei com Lolo, que, naturalmente, estava dormindo. Trocamos presentes, colocamos a conversa em dia e dormimos.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

DÉCIMO SEGUNDO DIA

Acordamos de ressaca. Enrolamos pra sair e fomos ao cais pegar informações sobre os espanhóis. Ao chegar lá, um marinheiro francês disse que tinha um recado para nós: “os espanhóis estarão hoje no bar que vocês foram ontem às 21:30”. Agradecemos e deixamos o recado de que iríamos. Saindo do cais fomos almoçar. Comemos numa marisqueria, salmão. De barriga cheia, pegamos a estrada para a estância Harberton, onde tomaríamos um barco para caminhar ao lado dos pingüins. A viagem foi entediante. Brown dirigia a 60 km/h o tempo todo. Quando resolvia ser ousado ia a 70!!! Era muita cautela pra mim. Acabei dormindo grande parte da viagem. Acordei com o Sr. Cauteloso parando o carro no acostamento para pegar o CD no porta-luvas. Quem para o carro para colocar um CD no som??? (rsrs) Depois de muito custo chegamos à estância. Lugar bucólico, com várias coisas da época da formação da cidade. Lá embarcamos num barco fulero até a ilha dos pinguis – que há alguns dias tínhamos visto de cima do catamarã. Lá caminhamos bem próximos aos pingüins, coisa de menos de um metro. Foi uma experiência impressionante. Os pingüins são seres engraçados, mas muito ariscos. Tentei me socializar, mas não fui aceito no bando – depois posto o vídeo no youtube. Brown, coitado, foi tentar tirar uma foto mais próxima e TOMOU UMA CARREIRA DO PINGUIN!!!!! Hehehehehehehe muito engraçado. Após uma hora de contato com esses seres muito diferentes, voltamos ao barco fulero, estância Harberton e Ushuaia. Esperamos os espanhóis no lugar marcado e, quando quase desistíamos, eles chegaram. Seguimos para um restaurante que tínhamos diretio a duas cervejas de graça. Era um restaurante arrumadinho. Comemos cordeiro (eu, Brown e Javi) e risoto de frutos do mar (Rocio). Muito vinho e Beagle. A conversa e troca de experiências foi intensa. Troca de livros, informações e filmes. Foi neste ambiente que descobri meu novo sonho de consumo: dar a volta no mundo. Javi e Rocio estão dando a volta no mundo através de um programa chamado “one world”. Fiquei encantado com a idéia e esse é um projeto para 2011. Não sai caro e é bastante flexível. Planos! Tá dentro, tio Mauro? Voltamos para casa e dormimos.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

DÉCIMO PRIMEIRO DIA

Hoje resolvemos ir ao parque nacional. Acordamos tarde (uma novidade!) e fomos À cidade almoçar um bom cordeiro. Discuti com o dono do restaurante. Eles cobraram seis pesos por colocar umas torradas com manteiga na mesa, que não pedimos. Falei que era um absurdo e que isso não era permitido no Brasil. A argentina é meio zoneada mesmo! Fomos ao parque.Na entrada, mias uma vez, o espanhol nos pregou uma peça. A guarda florestal perguntou se íamos fazer fogo no parque. Eu entendi que ela estava questionando se já tivéssemos ido a outro parque. Daí disse que sim e fiz sinal com a mão como de muitas vezes. Ela arregalou os olhos e disse que não poderíamos entrar. Perguntamos porque e vimos o erro. Tudo resolvido, adentramos o parque nacional da terrra do fogo. Lá é muito bonito. Lembra, em alguma coisa, o parque chileno, mas o que prevalece é a vegetação. Belas paisagens e longas caminhadas. Iamos de carro e a cada trilha parávamos, conhecíamos o lugar e seguíamos de carro até outra trilha. Nessa história, nossos pés ficaram completamente molhados, em virtude dos charcos argentinos. E hoje estava realmente molhado, pois nevou na cidade a noite toda e parte da manhã. Aliás, acho que perdemos a referência de distância e de frio. Estavamos convesando no carro, ouvindo los hermanos, quando notamos que falávamos que 9 graus era quente e que uma caminhada de 2km não era longe. Mudando os padrões! Eu sei que numa dessas trilhas nos perdemos. Chegamos num ponto que tinha uma cerca dizendo que a área estava em “restauração”. Resolvemos pular a cerca para ver os castores de perto. Na hora que eu coloco a mão na cer pra pular tomei um puta choque (rsrsrs). Passamos por baixo e começamos a andar. Começo a ouvir vozes. Com um pouco de medo eu coloco a cabeça pra frente, um pouco escondido, e vejo um casal, também perdido. Expliquei pra eles como chegar num ponto e seguimos a caminhada. Neste ponto, quando achávamos que íamos ver os castores de perto, voltamos para a estrada. Brown, em tom irônico, começa a bater palmas. Eu começo a voltar para o carro pela estrada, mesmo sob os protestos de Brown para voltarmos pela trilha. No caminho consegui tirar fotos de um gavião e de lebres. Não ficaram muito boas, mas... Dentro do carro chegamos na tal castoreira. É impressionante o impacto desta exótica espécie, pois em volta daquelas barragens que constroem tudo fica morto: árvores, não há animais, isto é, pouca vida. Infelizmente descobrimos que a castoreira estava desativada, ou seja, todo o perrengue que passamos para ver os castores foi em vão. Nesta castoreira encontramos os nossos amigos que estavam perdidos junto com a gente na trilha. Descobrimos que são um casal espanhol, Javi e Rocio. Foi ai que vimos no mapa que tinha uma castoreira ativa próximo ao local onde eles deveriam pegar o ônibus para retorno. Seguimos naquela direção e no local da castoreira só um monte de pedaço de pau entulhado. AI fiquei puto! Andei pra caramba pra chegar e ver um monte de pedaço de pau. Foi ai que Rocio disse que os castores têm hábitos noturnos e que é raro vê-los pela manhã. Resolvemos sair da trilha para passar perto do lafgo, a fim de vermos a possibilidade de darmos sorte. E não é qe vimos um!!!! Tiramos muitas fotos! Eu subi numa árvore para conseguir um bom ângulo, enquanto Javi ia pela terra. O castor foi embora quando uma mulher gorda, andando com um cajado gigate (!), gritou “o que vocês estão fazneod ai?”. O pobre animal saiu correndo. Oferecemos carona aos espanhóis e os levamos para reservar o passeio à pinguinera. Em seguida, fomos a um bar tomar uma boa cerveja Beagle. Finalmente arrumei um bom companheiro de copo, Javi, já que Brown ficou de paumolecencia a viagem toda. Bebemos várias, conversamos sobre muitos assuntos, como a integração mundial – Rocio é socióloga – e futebol – Javi é olheiro do Real Madrid. O bar fechou, fomos embora e dormimos um bocado.

sábado, 27 de dezembro de 2008

DÉCIMO DIA

Neste dia tínhamos programado fazer dois passeios de barco, um pela manhça e o outro à tarde. O da manhã exigia nossa presença no porto às 9 da manhã. Para nós era moleza, já que estávamos acordando a viagem inteira às 7 da manhã. Eis que justamente neste dia perdemos a hora. Acordamos e já era 9 da manhã. Resultado: passeio perdido. Fomos tomar café e mais uma vez a esposa do dono do albergue demonstrou como uma mulher deve agir ao fazer o leite e lavar a louça :P Lá ela disse que pela noite nevou nas montanhas e que seria interessante irmos ao glaciar martial, já que pdriamos pegar neve lá em cima. Pegamos o carro e subimos. No percurso deu pra ver o quão o Brown é barbeiro. Eu sou perdido e ele barbeiro. Ele subia no acostamento – que era de cascalho – toda hora. Daí tivemos o seguinte diálogo:
Muniz: Bixo, dá pra você parar de subir no acostamento?
Brown: Porra, o que você quer que eu faça?
M: Pare de subir no acostamento.
B: É impossível! Não tem como!
M: É só você fazer como o carro da frente ;)
Depois de passar muito no acostamento, chegamos na subida do glaciar. Era um teleférico. Chegamos lá em cima sem problema e tocamos na neve pela primeira vez. É claro que foi um jogando neve no outro. A caminhada de subida foi toda assim, de cinco em cinco minutos um jogava neve no outro: duas crianças. A caminhada era duríssima, pior do que andar no gelo. Muita gente pedindo arrego. Cehamos no topo e fizemos uma guerrinha de neve. Depois o tradicional anjo na neve e o boneco de neve. Na volta encontrei uma garota sentada e parecia ter problemas, perguntei se ela queria ajudar e ela disse que tinha asma e perguntou se eu estava descendo. Disse que sim e a acompanhei. Era uma loira americana, estilo Barbie (rsrs). Fomos conversando, mas ela falava rápido demais e eu não entedia nada. Apenas concordava com a cabeça e ria. Chegamos embaixo e esperei o Brown que ficara tirando fotos e ficou pra trás. Pegamos o teleférico. Esse foi um momento crítico, já que estávamos molhados (sim, quando a neve derrete ela vira água e a água é molhada, hehehehehehehhee), ventava muito e ainda nevava. Foram quinze minutos de sofrimento profundo. Talvez a hora de maior frio na viagem. Tanto é que na descida do teleférico, com os pés dormentes, pulamos do banco e quase caímos no chão com a dor no pé. Nos dirigimos ao carro e quando fomos ligar pra termos calefação uma surpresa: o barbeiro do Brown esqueceu a lanterna ligada e a bateria arriou. O babaca sai do carro e começa a empurrar enquanto Brown vira a chave e o carro pega. Seguimos correndo para o albergue, a fim de trocar as ropas molhadas por roupas secas e, em seguida, nos dirigirmos ao porto para pegar um barco – do passeio da tarde. Compramos um passeio para ver lobos marinhos e pingüins. Depois disso, compramos lanches delivery para comr no barco, á que não dava tempo para almoçar fora. Ao chegar no barco eu pedi ao cara do restaurante ketchup para comer com o sandwich que havia comprado fora do barco. Ele põe três saches em cima de um pires e não é que o filha da puta me diz “dois pesos”. Devolvi o pires rindo e disse que ele estava louco. Onde já se viu cobrar por três saches de ketchup num pires???? Coisas da argentina. Quase perguntei onde ficavam as ilhas falkland hehehehe. O passeio foi maravilhoso. Os lobos marinhos são muito fedorentos e impressionantemente grandes. Mais uma vez fiquei feliz de decidir desistir do mergulho com esses bichos enormes. Os pinguis são seres adoráveis. São tão engraçadinhos que me fizeram lembrar de nosso mascote, o Guki. Depois do barco fomos jantar e depois casa para uma boa noite de sono.

NONO DIA

Pela manhã, designamos o tempo para resolver problemas e alugar um carro. Tomsmod café da manhã no albergue e fomos muito bem tratados pela esposa do dono do hotel. Descobrimos que eles são um casal que chutou a vida na cidade, a correria do dia-a-dia, para morar aqui e ter seu próprio albergue. Ela mostrou a foto de todos os netos, fez leite quente pra mim e ainda lavou a louça (vai aprendendo, lolo auhauhauahahuuahuaau). Conseguimos alugar um corsa classic. Desta vez o carro era praticamente novo e bem cuidado. Em seguidas fomos para o centro, onde compramos remédios, eu para minha boca que ta destruída pelo frio. Do outro lado da rua fui ao HSBC para resolver os problemas com o cartão que surgiram em El Calafate, os quais já cntei no dia de natal. Quando a atendente viu que meu cartão era premier, imediatamente chamu a gerente geral que foi ao caixa rápido comigo e me explicou o problema e uma solução: vários pequenos saques são permitidos em sequencia, mas não um único saque de valor maior, ou seja, eu posso tirar dez mil vezes 300 pesos, mas não posso fazer um saque único de 400 pesos – vai entender. Fomos almoçar numa marisqueria. Brown comeu salmão (enorme, devia ter 4 dedos de grossura) e eu queria comida de homem (rsrs) e comi carne com fritas. A carne era tão macia que paecia que eu estava cortando sorvete. Após o almoço passamos a procurar ma agência de mergulho. Como eu estava olhando o mapa, ns perdems várias vezes. Fico assustado com minha capacidade de não achar os lugares. Nunca dá certo quando eu tenho que nos guiar. É uma habilidade curiosa. Depois de muito rodar, comecei a pedir informação num mix de espanol e inglês para um cara na rua e ele me respondeu em português. Aleluia!!!! Uma pessoa que fala em português! \o/ Problemas resolvidos. Achamos, mas nem achei grande coisa o passeio e desisti da idéia de mergulhar aqui. Depois desta decepção, seguimos para o museu marítimo e a prisão desativada. Lá é bem bonito e remonta o período histórico de formação da cidade, quando os presos contruiream a cidade. A parte engraçada foi quando e e Brown estávamos lendo concentrados um dos textos, uma meniniha chegu perto e ficou olhando pra gente. Daí eu comenteoi com o bron sobre o escrito. A menina saiu correndo chorando: ela confundiu a gente com bonecos de cera (rsrsrsrs). Lá no museu eu vi a foto de um lobo marinho, bicho que eu encontraria no mergulho. Era enorme. Ainda bem que desisti. Era assustador, devia ter 1,80! Saimos de lá e fomos jantar. Eu comi carne de porco e estava muito boa. Voltamos para casa e dormimos.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

OITAVO DIA

Em Ushuaia as coisas aparentemente melhoraram. Logo quando chegamos no aeroporto havia uma placa com meu nome para o transfer gratuito para o albergue. Contudo, após uma significativa demora para o motorista chegar, descobrimos que o albergue fica longe pra caramba, coisa de 40 minutos de caminhada até o centro, onde está a civilização (rsrs). Para se ter idéia, imagine Vitória há 50 anos atrás, quando todos viviam no centro. Pois é, nós estamos em Jardim Camburi. A rua sequer é pavimentada. Todavia, o alberguer é o mais confrtável de todos e o tiozinho da recepção é um doce de pessoa. Conversamos um tempo com ele e fomos para o quarto. Quando voltamos para irmos ao centro, nos deparamos com ele no site da prefeitura municipal de guarapari (rsrs). Queria saber mais sobre nossa cidade. Caminhamos os 40 minutos e nos dirigimos ao centro de informação turística. Muito bem estruturado, com todas as informações em folders, inclusive em português. De posse das informações necessárias, fomos almoçar. Novo problema com ceias de natal e só conseguimos um sandwich de novo. Mas este estava bem gostoso e a cerveja artesanal (Beagle) era uma delícia. Voltamos para o albergue, descansamos, falei com meu pai, mãe, syd, vó, vô e lolo. À noite voltamos à cidade para jantar. Mas antes entreamos no cassino apenas para cohecer. Dois pesos para entra. Tudo muito colorido e brilhante lá dentro. Contudo, achei meio deprimente as pessoas rasgando dinheiro. Fiquei um tempo vendo a roleta. Dava uma tristeza quando a bolinha parava e o croupier recolhia todas aquelas fichas. Eu e Brown, o burro na frente, resolvemos jogar nas máquinas caça-niqueis, que eram as mais baratas (o lance mínimo nos outros jogos era 10 dólares). Compramos um peso em fichas. Ficamos vendo uma mulher jogando. Compulsiva! Perdia direto. Daí ela levantou puta e disse: “não aconselho vocês jogarem nesta”. Ignoramos o alerta e botamos uma ficha. Brown puxou a alavanca e....GANHAMOS!!! 10 moedas. Ganhamos um monte seguidas. Daí resolvemos ir embora. Fomos trocas no caixa as moedas e recebemos dois pesos, mas eles não devolviam fração de peso. Com isso teivemos que queimar as 6 moedas excedentes. A máquina não deixava a gente ir embora. Toda hora ela nos dava alguns cráditos. Ganhamos tanto que resolvemos sair do mesmo jeito. Nos rendeu outros dois pesos, pou seja, conseguimos pagar a entrada no cassino só na máquina caça-niquél. Mais uma semana em ushuaia teríamos quebrado o cassino, certeza! Saimos do cassino e novamente tivemos problema para comer. Mais alguns minutos caminhando pela rua atrás de um lugar que não cobrasse o olho da cara por uma ceia natalina. Paramos no mesmo lugar do almoço. Comi uma salada césar com frango grelhado (quem diria!!!) que estava muito gostosa e não resisti ao delicioso chopp beagle. Regressamos para casa onde dormimos.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

SÉTIMO DIA

Algumas coisas eu omiti no dia anterior justamente para contar hoje. A principal é que alugamos um carro. Trata-se de um gol vermelho de má qualidade – o carro parece que vai quebrar a qualquer momento. Combinamos de ir ao glaciar com outras duas pessoas, a fim de dividir as despesas do aluguel do carro e combustível. No início, ficamos sabendo que se tratava de duas francesas (lâmina no abdômen), mas quando cheguei na agência – ainda ontem – descobri que se tratava de um casal. Pela manhã este casal veio ao nosso albergue e, após um atraso astronômico do Brown (igual a uma mulher pra se arrumar!!!), pegamos a estrada. Incorporei o Schumacher no carro vermelho e consegui compensar o atraso e ainda guanhar um tempo: o que era revisto para se fazer em 1:30 ou 2 horas de viagem eu fiz em 1:10. As estradas aqui são ótimas. Ara se ter uma idéia, além da ausência de buracos, há várias retas, uma delas com 6km de tamanho. É reta que não acaba mais. Ao chegarmos no parque descobrimos que sequer os cobradores da bilheteria haviam chegado. Então passamos com a promessa de pagar na volta – o que, é claro, não fizemos. Dentro do parque a pista é bastante sinuosa, mas retomei meu espírito Schumacher até chegar um carro velho argentino. Quando fui ultrapassá-lo o cara me fechou. Tentei outras duas vezes e o cara fechava na maior. Resolvi fazer como na fórmula um, como se fosse uma finta para um lado e diririgr rooutro: não é que deu certo! Brasil 2 x 0 Argentina. Ele ficou reclamando. Acho que devia ser louco ou eu tava fazendo uma burrada muito grande – mais provável que seja a segunda opção. O fato é que conseguimos chegar a tempo e com segurança no porto. Durante a espera, descobrimos que o casal não era francês, mas romeno. Bem que vimos que não falavam francês, mas vai saber... Conversei com o homem sobre futebol romeno. Disse a ele que gostava de três jogadores romenos: Hadji, Radouciou e Mutu. Ele concordou, falamos sobre o futebol brasileiro e côas do mundo, sobreudo a vitória da Romênia em cima da Argentina na copa de 94. Pegamos o barco com destino ao glaciar perito moreno. No barco, mais uma vez, uma enorme torre de babel: além de nós e os romenos, haviam alemães, americanos, italianos, suecos, ingleses, dentre outros. Todos muito preparados para a aventura om as mais modernas roupas. Eu me preparei dessa vez, mas nem chegava aos és do equiamento dos gringos. Eles pareciam que iam ara uma olimpíada ou mudar para lá. Dessa vez eu levei tudo em dobro: dois t~enis, quatro meias, duas camisas de lã, dois casacos corta vento, duas calças, etc. AO ver minha roupa, mantive o seguinte diálogo com um gringo:
Gringo: - Only this clothes?
Eu: - Yes (um sorriso)
G: - you are a warrior
E: - like chuck Norris? (risada sarcástica)
E: - I was kidding. I Just want to kill myself.
Ao chegar, nos dirigimos a um refúgio, onde nos foram passadas as primeiras instruções do trekking. Partimos com destino ao glaciar, ara uma caminhada de 4 horas no gelo e 1 hora na floresta. No começo era tudo muito difícil, subidas, descidas, pedras, até chegar a um local onde pegamos nosso equipamento para pisar na neve. É como se fosse uma chuteira de aço com pontas afiadas, como o bob Nelson. Colocamos o equiamento na mochila e seguimos na caminhada. Vimos uma linda cachoeira e a uma paisagem completamente diferente dos já vistos na viagem. Sentamos numa tora (ui!) e passamos a colocar o equipamento para andar no gelo. Quando pisei ela primeira vez com ele achei muito esquisito. Completamente diferente de tudo que já tinha visto. No começo eu ficava gastando raspando o é no chão e tirando o gelo. Me senti a Sharon Stone em institno selvagem (rsrs). A caminhada foi longa, passeamos bastante na suerficie do glaciar. Pudemos ver belas paisagesn. Rios e galerias ocasionadas pelo degelo. Só vendo as fotos para entender a dimensão disso tudo. Tiveram duas artes engraçadas nesse trecho do dia. O primeiro foi a tradução que eiu fazia pro Brown do que o guia flava em inglês. Ele comentou como se formava o glaciar. Eu traduzi em bom português: os glaciares são como melecas, saem de cima em forma mole, vão sefimentando e ganhando forma com a temperatura diferenciada. Ele ficou reclamando, mas é a mais pura verdade!!! Enfim, glaciares são melecas de montanhas. Outro onto engraçado foi na hora do almoço, quando tivemos que sentar no gelo usando umas sacolas que nos deram. E que minha bunda começou a congelar. Daí comecei a enfiar a comida de qualquer jeito na boca, Comia desesperadamente para poder levantar logo. Em seguida, perdi a tal sacola. Eu rocuro por ulado, por outro. O romeno me ajudou. Depois de rocurar praticamente uns 10 inutos, um italiano pergunto se é meu. Ufa! Uma coisa interessante da caminhada é que bebemos água natural do glaciar. Co o degelo e a formação de rios em cima do glaciar, colhemos água nos córregos e bebemos. A água era deliciosa, mas o Brown nem quis exerimentar. Acho que pra ele a água só presta se for paga. Terminada a caminhada, me senti “estrupado” (sic) “rsrs). Completamente destruído. Morto! Cinco horas de caminhada foram uma crueldade comigo. No barco de volta nos deram alfajor. O alfajor da argentina é infitamente melhor que o brasileiro. Muito gostoso. Retornamos à cidade, deixamos os romenos no albergue deles e viemos ara o nosso, onde tomamos banho e rumamos para o centro, com a finalidade de devolver o carro, sacar dinheri, jantar, comprar lembranças e entrar em contato com a família e namoradas. Ai começa a pior parte da viagem, até aqui. Devolvemos o carro e descobrimos que a gaslina argentina, embora da Petrobrás, é mais barata que a brasileira (2,20 pesos, algo em torno de 1,45 reais). Até ai tudo bem. Quando fomos sacar dinheri, por algum motivo eu não consegui tirar sequer um peso. Fiquei puto, queria destruir a argentina inteira. Brown me emrestou dinherio. Fomos procurar lugar para jantar. Os restaurantes ou estavam fechados (até o cassino fechou!!!!) ou cobravam uma taxa de aroximadamwnte 70 dólarea por pessoa, já que não serviam, nesta noite, os pratos do cardápio, mas a ceia natalina. Sem exagero, procuramos uma hora or um restaurante que aceitasse cartão de crédito (por conta do meu problema para sacar dinheiro), que servisse pratos normais (não ceia) e que contasse com wi-fi (para usarmos o skype). Não conseguimos esse restaurante. Resolvemos “ceiar” pizza e sandwich com coca e água mineral. Depois fomos a um restaurante, onde ficamos clandestinamente falando no skype, até sermos expulsos por não consumirmos nada. Não consegui falar com minha mãe e meu pai. Voltamos para o albergue frustrados e cansados.Dormimos cedo para pegar o vôo para Ushuaia. Em resumo: a argentina é um país desorganizado de merda, onde nada funciona direito!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

SEXTO DIA

O Brown acordou ainda pior com relação à saúde. Mesmo assim fomos, após o caf[é, pegamos o tranfes para conhecer o paruqe nacional dos glaciares, onde se localiza o famoso clagial perito moreno. No albergue foi eu, Brown – o burro na frente – e um orientsl. Dentro do ônibus o guia, que não sabia inglês, queria que o oriental, coitado, entendesse, em espanhol, que ele deveria pagar 40 pesos pela entrada do parque. Eu traduzi para o inglês, a fim de que o orintal entendesse. Foi ai que começou uma bela amizade. Começamos a conversar e descobri que seu nome era Guki e que era engenheiro no Japão. Desde esse moento o japa não desgarrava mais de mim. Acho que ele sentia que eu fose o porto seguro dele. Coitado! Hehehe Seguimos para o parque nacional, o casal de galo e nosso tamagochi, onde pegamos um barco gigantesco. Para vocês terem idéia, o barco contava com dois motores de 1500 cavalos de potência! Era muito bonito e rápido. No barco encontramos um assento e nos dirigimos para a parte superior, que possuía um local para observar a paisagem. Esse foi, sem dúvida, o dia mais bonito da viagem. Este parque nacional é infinatamente mais bonito que o chileno – e olha que o chileno já era bem bonito. Vimos icebergs a valer. O tempo inteiro se via gelo. Todo esse gelo se soltava dos tr~es glaciares dentro do parque– upsala, um nome em italiano que não me lembro e o perito moreno . Eles têm um tom azulado em virtude da luz solar associada ao grau de junção das partículas de água. Tiramso muitas fotos e gastamos muito conversando com o Guki.Nosso mascote (rsrs) é muito engraçado, só vendo pra entender. Ele tinha uma ãmera gigante, como um bom japonês, e tirava foto de cada detalhe (a partir de amanhã é bem possível que estas fotos estejam no Orkut do Brown). Voltando aos glaciares, a coisa mais interessante é ver quande se rompe um pedaço de gelo do bloco. Primeiro há um barulho como se um raio fosse. Em seguida o gelo se despedaça e cai na água, resultando num espet´´aculo maravilhoso . Fiz uma filçamgem que registra perfeitamente o que acontece e prometo postar no youtube assim que possível. No passeio çlanchamos um sandwich que compramos no albergue. Trata-se de um sandwich que tem de tudo: desde beterraba até cenouro. Ele deu uma sustância para a viagem e atendeu bem á demanda. O grande barato dessa viagem foi, realmente, os glaciares. Tirando isso não acontreceu nada de mais. Retornamos e eu fui para um bar, junto com Guki, ver a final do campeonato argentino, entre Boca Juniors e Tigres. No intervalo, com o jogo 0x0, fui resolver meus problemas de dinheiro e descobri que meu cartão só autoriza um saque diário de 1/5 do valor que eu precisava para Agar o albergue. Liguei pra Vit´ória, falei com Lolo (saudade! X) ) e com meu pai e consegui resolver o problema. Ufa! Ah! Já ia me esquecendo, o boca foi campeão. O jogo terminou 1 a 0 para o tigres, mas o boca gozava de vantagem no confronto. Buzinasso na rua, como no Chile. Eu e GUki ficamos tomando cerveja de diferentes nacionalidades até umas 11 horas, quando retornamos para eu dormir, já que tenho outro passio pela manhã.

SEXTO DIA

O Brown acordou ainda pior com relação à saúde. Mesmo assim fomos, após o caf[é, pegamos o tranfes para conhecer o paruqe nacional dos glaciares, onde se localiza o famoso clagial perito moreno. No albergue foi eu, Brown – o burro na frente – e um orientsl. Dentro do ônibus o guia, que não sabia inglês, queria que o oriental, coitado, entendesse, em espanhol, que ele deveria pagar 40 pesos pela entrada do parque. Eu traduzi para o inglês, a fim de que o orintal entendesse. Foi ai que começou uma bela amizade. Começamos a conversar e descobri que seu nome era Guki e que era engenheiro no Japão. Desde esse moento o japa não desgarrava mais de mim. Acho que ele sentia que eu fose o porto seguro dele. Coitado! Hehehe Seguimos para o parque nacional, o casal de galo e nosso tamagochi, onde pegamos um barco gigantesco. Para vocês terem idéia, o barco contava com dois motores de 1500 cavalos de potência! Era muito bonito e rápido. No barco encontramos um assento e nos dirigimos para a parte superior, que possuía um local para observar a paisagem. Esse foi, sem dúvida, o dia mais bonito da viagem. Este parque nacional é infinatamente mais bonito que o chileno – e olha que o chileno já era bem bonito. Vimos icebergs a valer. O tempo inteiro se via gelo. Todo esse gelo se soltava dos tr~es glaciares dentro do parque– upsala, um nome em italiano que não me lembro e o perito moreno . Eles têm um tom azulado em virtude da luz solar associada ao grau de junção das partículas de água. Tiramso muitas fotos e gastamos muito conversando com o Guki.Nosso mascote (rsrs) é muito engraçado, só vendo pra entender. Ele tinha uma ãmera gigante, como um bom japonês, e tirava foto de cada detalhe (a partir de amanhã é bem possível que estas fotos estejam no Orkut do Brown). Voltando aos glaciares, a coisa mais interessante é ver quande se rompe um pedaço de gelo do bloco. Primeiro há um barulho como se um raio fosse. Em seguida o gelo se despedaça e cai na água, resultando num espet´´aculo maravilhoso . Fiz uma filçamgem que registra perfeitamente o que acontece e prometo postar no youtube assim que possível. No passeio çlanchamos um sandwich que compramos no albergue. Trata-se de um sandwich que tem de tudo: desde beterraba até cenouro. Ele deu uma sustância para a viagem e atendeu bem á demanda. O grande barato dessa viagem foi, realmente, os glaciares. Tirando isso não acontreceu nada de mais. Retornamos e eu fui para um bar, junto com Guki, ver a final do campeonato argentino, entre Boca Juniors e Tigres. No intervalo, com o jogo 0x0, fui resolver meus problemas de dinheiro e descobri que meu cartão só autoriza um saque diário de 1/5 do valor que eu precisava para Agar o albergue. Liguei pra Vit´ória, falei com Lolo (saudade! X) ) e com meu pai e consegui resolver o problema. Ufa! Ah! Já ia me esquecendo, o boca foi campeão. O jogo terminou 1 a 0 para o tigres, mas o boca gozava de vantagem no confronto. Buzinasso na rua, como no Chile. Eu e GUki ficamos tomando cerveja de diferentes nacionalidades até umas 11 horas, quando retornamos para eu dormir, já que tenho outro passio pela manhã.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

QUINTO DIA

Brown dormiu mal esta noite. Está com problemas respiratórios sérios e acordou com mal humor além do tradicional, parecendo o menino enxaqueca, da MTV. Ele tomou banho e o café da manhã antes de eu acordadr. Acordei meia hora depois e arrumei minha mala, em seguida, tomei banho e o café da manhã (inclusive a diferença dos lados do quarto era visível, de um lado Apolo, de outro dinoniso, mas se SAyonara estiver lendo eu nego até a morte rsrs). No café conheci um senhor sueco, farmacêutico aposentado, Lá dei várias dicas de lugares para ele conhecer no Brasil. Tem três meses que ele só viaja! Segundo ele, o maior problema não é o tempo. Trocamos e-mails e depois peguei a van para a rodoviária de Puerto Natales, a fim de pegarmos um “buses” com destino a El Calafate, Argentina. O ônibus só tinha gringo. Finalmente falei português com uma pessoa que não era Brown. Foi esquisito. Tratava-se de uma senhora de aproximadamente 50 anos, de são Paulo, que retornava à patagônia após 18 anos. No meio da conversa eu me embolava e começava a falar em espanhol – era muito esquisito mesmo dialogar com alguém que falava português. Paramos na aduana de saída do Chile e descobrimos que um dos papeis burocráticos que assinamos na entrada era indispensável para a saída. Malditos burocratas! Começamos a procurar como loucos o tal papel e o desespero ia batendo. E não PE que o tal papel estava na carteira. Conseguimos concretizar nossa saída do país da burocracia de modo burocrático. Logo após esse “trâmite”, tivemos que passar pela aduana de entra argentina. De cara nos rendeu uma grande risada dos nossos hermanos: havia uma placa logo na entrada escrita “lãs Malvinas son argentinas”. Quer dizer, além de perder a guerra eles tiram onda?! No mínimo bizarro. Não bastando isso, tivemos que fazer a “entrada” no país pelo guichê de “saída”, ou seja, entramos pela saída! Dá pra entender??? Esses argentinos são uns brincalhões. A viagem seguiu - mesmo porque a viagem foi praticamente toda em território argentino, já que Chile é um varapal, magro e comprido, que se passa num piscar de olhos. Em si, a viagem foi muito monótona., pois a paisagem era repetitiva – sempre um pampa com a mesma vegetação – e com as diversas paradas sem sentido do ônibus. Chegamos em El Calafate apenas às 4 da tarde. Eu olhava os animais na estrada e via churrasco, como nos desenhos do pica-pau. Ao chegar nos dirigimos ao albergue. Este, ao contrário dos demais, era mal localizado, embora tivesse a melhor vista: nosso chalé dá de frente para um lago azul (o casal de galo está cada vez mais romântico e bem servido). O ponto positivo é o atendimento: a recepcionista do albergue, Carolina ou Carol (bob Nelson), é muito gente boa e solicita, embora tenha uns dread locks “diferentes” e coloque música alta o dia todo no saguão do albergue. Com ela descobrimos que haviam umas bicicletas para alugar, as quais nos ajudariam muito em nossa estadia, já que, repita-se, o albergue é mal localizado. No entanto, veio uma revelação bombástica: Brown disse que não poderíamos alugas as bicicletas, pois ele não sabia anda de bicileta!!!!!!!! Ri demais auhahauaah. Em seguida fizemos o check in. Carol viu que eu era professor e perguntou de que eu dava aulas. Respondi prontamente: “dou aulas de dança do vente , conhece?”. E emendei: “inclusive Vitor é meu aluno”. Ela ficou apavorada. Queria se esconder atrás dos dread locks. Pra variar não desmenti. Ela deve ter comentado com Deus e o mundo já de nossa opção sexual. Após, fomos à cidade onde não conseguimos fazer o câmbio, pois os bancos na argentina fecham às 13 horas. Folgados! Depois almoçamos (truta e cordeiro) e fomos fazer um passeio pela orla. Mas em lugar de areia, na orla há grama. Fui caminhando pela grama e resolvi inventar moda, pra variar: me meti no meo da mata e quando vi conheci os famosos chacos argentinos, isto é, meti meu pé, de tênis e tudo, na água. Ficou tudo molhado. Ainda bem que o temp aqui não é frio como o do Chile. ALíás, hoje usei, pela primeira vez na viagem, apenas a camiseta. Voltei para o hotel e coloquei o tênis na calefação para secar. Troquei de roupa e voltamos ao centro para irmos ao cassino da ciddade, mas, ao chergar, vimos que o hor´pario de preço promoional havia passado. Resolvemos voltar outro dia. Partimos para arrumar um lugar para jantar. Após passar por inúmeros lugares que na aceitam “tarjeta de crédito” (e aqui isso é comum além do desejável) ficamos numa café e pizzaria. Lá conversei com o garçon sobre futebol enquanto a pizza não ficava pronta. Entre um gole e outro de Quilmes, descobri que a final do campeonato argentino será amanhã, às 19:30, entre boca e tigres. Combinei de assistir com o garçon (dá-lhe boca!!!!!). Feito isto, voltamos para casa e dormimos.

PS: A argentina é menos estruturada que o Chile. As pessoas são menos amistosas e a rua é lotada de cachorros que ficam perturbando nossa vida.

domingo, 21 de dezembro de 2008

QUARTO DIA

Não vou nem falar que o dia começou cedo, pois já virou redundância neste blog. Hoje fizemos o passeio de barco até o glaciar serrano. Após a experiência no dia anterior, coloquei todas as minhas roupas de frio na mochila e fizemos uma caminhada de duas quadras até o lugar que deveriamos pegar a van para o porto. Ao chegar no local da van, descobrimos que a água não estava inclusa no passeio. Dei um pique até o albergue, peguei nosso galão e voltei para o local da van, que já estava cheia de gringos. Ao chegar no cais, vimos um barco tradicional aqui do Chile, que se chamava “21 de maio III”. No barco tínhamos que sentar numa mesa para seis pessoas. Como estávamos apenas em dois, a tripulação nos colocou numa mesa com duas argentinas e um casal de suíços (que depois descobriríamos que não se tratava de um casal, mas de pai e filha). Logo pegamos amizade com Celeste e Julieta, as argentinas. Aposto que Lolo e Maiara sentiram a lâmina entrando no abdômen (rsrs). No entanto, as simpáticas argentinas tinham alguns problemas, os quais passo a listar: 1) tinham mais de sessenta anos; 2) Celeste tinha Alzheimer; 3) não ouviam bem; 4) Celeste, a que se interessou pelo Brown, tinha dois belos dentes de ouro logo na frente, vulgo pivôs. De toda sorte, pessoas carinhosas, na melhor das hipóteses. O mais engraçado foi que conversei com a Celeste no segundo andar do navio e pedi para tirar uma foto com ela. Ela perguntou de onde eu era e com a resposta ficou toda animada. Contou a vida dela toda. Cerca de trinta minutos depois, desci para o local que tínhamos a mesa conjunta e voltei a conversar com ela. O que acontece???? Ela pergunta de onde eu sou e fica empolgada de saber que era Brasil, volta a contar a vida dela, que trabalhava com transporte internacional... Alzheimer! Brown ia se dar bem (rsrsrs). Dos suíços, que também compunham a mesa no barco, eu comento mais quando relatar o que ocorreu no almoço. Voltando, nunca passei tanto frio na vida. Como disse, levei a mochila e fui adicionando roupas até colocar tudo. No fim eu parecia um cavaleiro do zodíaco (rsrs). Mesmo assim o frio era tão grande que alguns alemães que conhecemos reclamaram do frio!!!! (postei uns vídeos no youtube e um deles mostra a cena de maior intensidade do frio. Reparem o barulho de vento. O link é http://www.youtube.com/watch?v=zUvs59moVs4 ). O grande problema aqui é o vento e a umidade, já que afastados estes fatores o frio fica tolerável. O fato é que mesmo com todo meu equipamento eu senti frio (segunda pele em cima e em baixo, camiseta, camisa de lã, meia normal e de lã, dois casacos grossos, duas luvas, gorro, capuz e cachecol), tendo em vista que não faltava umidade no barco (óbvio) nem vento (alto mar). Se eu soubesse que sentiria o frio que senti hoje, não teria reclamado de nada ontem. Se for comparar, pode-se dizer que o frio de hoje foi três vezes pior que o de ontem. E não é exagero! Mas aqui parece que os passeios têm dessas coisas. É meio que “no pain, no gain”. Isto, pois o glaciar serrano é maravilhoso. A geleira é azul anil, mais uma vez. As paisagens são dramáticas (em sua homenagem, sol), com glaciares, vegetação exuberante e cascatas ocasionadas pelo degelo nas montanhas. Foi a primeira vez que vimos neve. Na verdade não temos certeza do que era, já que não temos nenhum parâmetro de comparação e ficamos com vergonha de perguntar para outra pessoa (imagina a pergunta: “ES hielo caindo de lo cieu?”. Se fosse a pessoa ia falar “dããã”; se não fosse ia pensar “que estúpido”). Eu dei uma resposta muito simples pro Brown: “pensa comigo, ta frio pra burro e ta caindo gelo do céu: só pode ser neve”. Vai saber... Depois disso fomos para o almoço, que aconteceu num rancho que ficava no caminho. A comida era parrilhada (se eu soubesse teria comido outra coisa no restaurante ontem). Na mesa, conosco, sentaram um casal de italianos e o casal de suíço que estava em nossa mesa no barco. O papo no almoço foi muito esquisito. Uma verdadeira torre de babel, pois falamos em cinco idiomas: português, espanhol, italiano, alemão e inglês. A churrascada chegou na mesa e surpresa: os suíços eram vegetarianos. Obrigado Greenpeace!!! Comemos tanto churrasco! Nas outras mesas dava na conta, mas na nossa, graças aos politicamente corretos, comemos até dizer chegar, como bons italianos e descendentes de italianos. Na sobremesa era salada de fruta. A suíça ficou espantada quando descobriu que eu não gosto de frutas (rsrsrs). Ela deve ter associado minha pessoa com o próprio capeta hehehe. O alter ego dela! Dei minha salada de frutas pra ela, que quase não comeu no almoço e fomos explorar o rancho Tiramos umas fotos, aliás Brown estava impossível hoje: queria tirar foto de tudo, parecia um turista japonês. Até de pdera com líquen ele tirou foto – se fosse em Vitória eu queria ver ele tirar foto com líquen! De volta a terra firme, nos despedimos de nossas novas namoradas, Celeste e Julieta, pegamos o tranfer e regressamos ao albergue. Descansamos, fomos ao CArlitos para fazer nossa última refeição no Chile. Eu comi um sandwich com avocado e Brown King crab e uma sopa nojenta (de ovo). Novamente no albergue, dormimos.

Outros vídeos que postei no youtube:
1) A famosa cena de Brown pedindo “La concha” http://www.youtube.com/watch?v=sQ70M9Oct_8
2) Chega da em punta arenas. A música é do carro, não há montagem
http://www.youtube.com/watch?v=hvhpR9Nm5QA

sábado, 20 de dezembro de 2008

TERCEIRO DIA

Mais uma vez o dia começou cedo (estão abusando de nossa boa vontade). Acordamos às 6 da manhã para ir ao parque nacional de torres Del paine, o principal ponto turístico da patagônia chilena. Neste dia acordei mal da alergia. Meu nariz está péssimo, provavelmente por alguma mandinga de Brown. O tempo seco e frio prejudicou ainda mais a situação. Entendo agora porque Che Guevara sempre optou por morar próximp á praia, em virtude de seu problema agudo respiratório. Tomamos café e partimos numa Van, com Carlos, o guia, e um casal argentino, ou seja: Carlos e dois casais – um argentino e outro de galo rsrsrs. Primeiro passamos na “Cueva Del Milodon”, uma gruta no meio do nada, onde foi descoberto/encontrado uma preguiça gigante (perisoso). Em si este passeio não tem nada de mais., já que se trata de um caverna e ponto, que dizem que morava “El Milodon” e, tempos depois, índios. O interessante era a paisagem, que era muito bonita. Depois de conhecer “La cueva” fomos ao museu que este sim foi um dinheiro gasto a toa. Nada além de informações. Saimos deste passeio e fomos a uma lanchonete comprar nosso almoço, que deveria ser comido no parque. Compramos um sandwich de churrasco com tomate e as famosas empanadas. Finalmente o parque! No parque tivemos contato com os guanacos, seres esquisitos que parecem uma mistura de camelos com veados. Além disso, vimos raposas, condores, falcões e flamingos. Um dos grandes baratos do parque são os lagos, das cores mais variadas devido ao modo de captação de água, o que repercute na disposição dos minerais na água. Havia também um rio – rio paine – com várias quedas d’água maravilhosas. O problema é que era impossível tomar banho, pois a temperatura fora d’água estava muito baixa e pior ainda era a a temperatura dentro dela. Cheguei até a refletir sobre a real possibilidade de praticar o mergulho em Ushuaia. Vamos ver. Almoçamos nosso sandwich num local para piquenique nas proximidades de um lago sob os olhos atentos de raposas. Em seguida fomos ao principal atrativo do parque: o lago Gray e o glacial patagônico. Lá estava REALMENTE frio. Me arrependi por todas as minhas gerações por não ter, pela primeira vez, levado meus acessórios para o frio pesado. Seguimos por uma ponte que parecia a ponte do rio que cai (ela só admitia seis pessoas em cima dela) e entramos num bosque até chegar nas proximidades do lago. Aí tínhamos que fazer uma caminhada de aproximadamente 30 minutos num solo misturado de areia com pequenas pedras. Neste ponto entramos em contato com uma paisagem exuberante de icebergs que se soltaram do glacial patagônico e se alojavam no lago, os quais possuíam uma tonalidade azul anil. O vento era tão forte que na caminhada ele nos empurrava tornando dificl, por exemplo, o simples ato de tirar uma fotografia. Segundo Carlos a sensação térmica era de aproximadamente -10 graus Celsius. A água que carregávamos ficou geladíssima, como se estivesse na geladeira de casa. Enfim, foi um perrengue sem fim, mas que teve sua devida recompensa. Ah, já ia esquecendo, lambemos o gelo, porém a língua não ficou grudada rsrsrs. Regressamos para casa e fomos jantar. No caminho vimos alguns carros (no máximo dez) buzinando na rua, algumas poucas pessoas gritando e cantando e descobrimos que o Colo-colo foi campeão do Chile ao vencer outro time por um a zero. Segundo o taxista de santiago, o colo-colo é o flamengo do chile. Chegando no restaurante, descobrimos que não fizemos uma boa opção. Atendimento ruim e cardápio péssimo. Brwon comeu um crdeiro e bebeu vinho, enquanto eu comi parriladas e bebi suco de abacaxi (eu sei que é bem gay beber suco de abacaxi :p ).Gostei de choriço e do porco (cerdo). A conta veio errada e desenrolei om o garçon usando o meu já fluente espanhol. Viemos pra casa e cama. Mortos!

PS: tio Mauro, vou colher as informações para você, assim como solicitado. Depois conversamos de maneira privada. Um grande abraço!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

SEGUNDO DIA

SEGUNDO DIA
O dia, mais uma vez, começou cedo. Acordamos às 6 da matina. Acordamos nada, eu acordei e o Brown queria me enrolar para sairmos mais tarde. Mas consegui tirar a bela adormecida da cama. Tomei banho e comecei fazendo merda. Não sabia que não podia mexer no negócio que protege o chuveiro, daí, quando mexi, molhei o banheiro inteiro!!! O pior nem foi isso, mas sim que cometi o pecdo mortal de um lugar com frio: molhei minha roupa toda. Pedi pro Brown consertar a cagada que fiz com o secador de cabelo enquanto eu arrumava as coisas. Resultado: arrumei tudo, fiquei mofando um tempão e nada do Brown aparecer. Depois de 40 minutos ele aparece sem ter melhorado porcaria nenhuma. Tomamos café da manhã no albergue, que,, inclusive, era muito bem localizado. O café tinha um monte de patês. Acabei comendo pão com manteiga e leite – bem brasileiro. Saimos do albergue e fizemos uma caminhada de sete quadras até a rodoviária. Aproveitamos a caminhada, embora fizesse muito frio – algo em torno de 4 graus (e eu de bermuda!). Eu e Brown – o burro na frente – pegamos o ônibus e a paisagem era muito agradável. A egetação aqui tem um tom amarelado que é bem diferente do nosso. No camnho muitos cordeiros. Passamos por um rebanho de cordeiros com uns caras (esqueci o nome) em cavalos guiando o rebanho. O mais impressionante eram os cães pastores, ficavam guiando certinho os cordeiros. Chegamos a puerto natales. Aqui arrumei confusão com um argentino. Estavamos saindo do iubus, quando ele me pediu “escuza” e eu olhei pra trás e disse “no”, pois estava puto com ele, já que ouvia música alta a viagem toda. Ele resmungou “macaquito” e eu prontamente respondi: “macaquito que tu madre gosta muchooooooo” (no “muchoooooo” insinuei com a mão privilégios anatômicos da raça negra hehehehe) ele me xingou de “ijo de La putana” e veio pra cima. Me preparei, incorporei a capoeira e o brazilian jiu jitsu, mas seguraram ele. Brown ficou todo procupado e falei pra ele relaxar. Quando vi que a fera estava presa comecer a imitar um frango e falar “venha aça su pollo”, “pollo”, “pollo” hehehehe. Resultado: Brasiil 1 x 0 Argentina. Após o incidente chegamos no albergue tmb é mto bom e tem até ESPN J
Na verdade tinha escrito a parte da ESPN antes de tntar sair para almoçar. Com a não vinda do Zé nos trocaram de quarto e este sequer tem TV. Tiramos o dia pra conhecer a cidade. Cidade pacata, cmo punta arenas. Pessoas de interior, que falam “hola” com você quando passa por elas. No almoço comemos no ~carlitos” um ótimo cordeiro (que não era feita na unha rsrs). AOo fim o garçon oferecu uma dose de um aperitivo chamado pisco sauer, que é como nossa caipirinha, porém com lima da persa (quando ele explicou o que era não entendemos nada. Bebemos tudo, mas dpois descobrimos que e feito a base de aguardente, lima e OVO CRUUUU!!!! Ahhhhhhh). Resolvemos ir ver o pacífico mais uma vez. Brown, nosso navgador prontamente sentenciou: vamos pra lá, pois, com certeza, é nessa direção, já que os Andes estão do outro lado (apontando para algumas montanhas). Começamos a andar, mas eu, com uma pulga atrás da orelha, resolvi perguntar para uma senhora que passa a na rua. Fazendo uso de todo meu espanhol fluente ela nos informou: “ES para lo outro lado”. Chegamos ao cais e resolvemos colocar a mão na água. Água gelada!!!! Gastamos meia hora tentando secar a mão pra aquecer novamente. Em seguida, compamos souveniers e tomamos um chocolate quente. Há, já ia me esquecendo, compramos vinhos.
Saimos para jantar no melhor restaurante da cidade: Angelica´s. Lá pedimos um prato muito saboroso de salmão e salada no vapor. O grande segredo era o molho do salmão, o melhor que já comi (muito melhor do que o de Santiago). O vinho era excelente e a sobremesa, um flan caseiro de baunilha. O ponto máximo da noite foi o Brown pedindo a conta. Ele vira para o garçon, tirando onda de entendedor de espanhol, e disse “traga La concha”. O garçon ficou olhando esquisito e fala “La cuenta?”. Eu já morrendo de rir, chamei o garçon e pedi pra ele explicar pro menino que “concha” era aquele treco do mar. O garçon disse que “concha”, na verdade era um insulto que, em bom português, é “buceta”. Em outras palavras, imagine você num restaurante como o oriundi em vitória, vira para o garçon do outro lado do restaurante e grita “traz a buceta!”. Pois foi isso que o Brown fez. Os garços riram muito, nós então...Viemos para o albergue e dormimos.
Resolvemos, ainda, fazer m ranking dos vinhos que bebemos e dos restaurantes na viagem. A ordem, por hora, é a seuinte:
VINHOS
1 – Tarapaca (gran reserva) – El galeon
2 – 1865 - Angelicas
3 – Marques Del cocha – carlitos
4 – casillero Del diablo – beagle

RESTAURANTES
1 – Angelicas
2 – El Galeon
3 – Carlitos
4 - Beagle

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

primeiro dia

O dia começou cedo. Pra variar, quando liguei para o Brown ele ainda estava escovando os dentes – maldito dentista. Fomos para o aeroporto com a mãe dele, fizemos o check in. Na viagem de vix x gru Brown dormiu o tempo inteiro..me senti sem o que fazewr e, na hora que a aeromoça me perguntou o que eu queria beber, prontamente respondi: “tem um whisky?”. Ela, com cara de assustada respondeu: “senhor, não servimos whisky na hora do café da manhã”. Retruquei imediatamente: “me dá um suco de laranja”. Chegamos em São Paulo e tudo era festa. Pegamos o vôo internacional pela lan Chile. Logo quando entramos no avião logo me senti no meio da família de deivinho: só índio. Gente esquisita!!!De toda sorte, aproveite para gastar no meu espanhol. A aeromoça veio falar comigo em ingl~es. Imediatamnte quetionei-a: “hablas espanol?” Elça começou falar de forma acelerada que até desanimei. N~çao entedi lhufas. Olhei para a cara do Brown e ele fez a tradicional cara de interrogação. Ela repetiru e não adiantou muito. Ela falou em inglês com o maldito sotaque de latino e menos ainda. Um cara do lado, com muito boa vontade nos traduziu o eu ela queria dizer e respondemos. Primeira comunicação falha. Impossível entender esses seres humanos. Passado isso, começou o serviço de bordo: uma hora pro cara chegar na nossa poltrona (e olha que estávamos sentados na poltrona número 6). O ponto alto da viagem foi passar do lado do monte aconcagua e ver, pela prieira vez, gelo nas montanhas. Tiramos várias fotos e chegamos em Santiago. Não demorou muito até nos ferrarmos de novo na comunicação: entramos numa fila sem saber para o que servia – que era enorme – e ao chegar na pontas a fila o car mostoru um formulário e perguntou onde estava nosso formulçário. Nós olhamos e falamos “que formulário?” Ele nos mandou sair da fila e preencher um formulário que não entendíamos nada. Respondemos alguma coisa e fomos para a migraão. Na miração o cara perguntou “cadê o formulário?”. Mostrei todo feliz o formulário que tinha preenchido lá atrás e o cara. “no es este”. Merda! Outro formulário que preenchi sem enteder o que era. REspndi praticamente de forma aleatória e entrei no país da burocracia. Logo de cara tomamos a primeira manta da viagem. Saimos meio abalados da sala que se pega as passagens e um cara prontamente nos ajudou. Pensamos “que povo hospitaleiro”. No finaldas contas, após a ajuda ele pediu uma grana em pesos chilenos que nem tenho idéia de quanto representa. Demos parte disso e aprendemos a lição. Pegamos um taxi, fomos ao mercado central. Tiramos fotos com o ótimo vinho que tomamos, do salmão que comemos e do grupo de música típica que tocou durante o almoço. Foi divertido, saímos altinhos e voltamos para o aeroporto. O engraçado é que aos beber o vinho senti que sabia tudo de espanhol. Sentia não(!), tinha certeza!!!! Dei um monte de peruada. O Brown foi o mais engralçag, pois inventava um monte de palavra nada a ver, tipo “mu”, ou seja “muy” (rsrs)! Eu e o taxista gastamos no espanhol do brwn. Falamos sobre futebol, sobretudo sobre o colo colo, segundo ele o flamengo do Chile. Chegamos ao aeroporto e comrpei um presente e depis embarcamos para punta arenas.
Pegamos o vôo pra punta arenas. Brown reclamou o tempo todo de dor da sinusite. Um pouco de viadice. Chegamos num lugar surreal. De cara vimos o frio. A ciidade é mto diferente de tudo. Filmamos um trecho do ambiente. Passamos por um lugar parecido com um gueto onde as crianças jogavam futebol. Muito bacana! Chegamos ao hostel, esgotados e vamos comer king crag agora e beber mais vinho. Amanhã tem mais.